A bandeira da Argentina carrega o Sol de Maio — o rosto de Inti, o deus solar inca, codificado em um símbolo nacional. Mas o sol era a fonte muito antes de qualquer bandeira existir. O Egito o chamava de Rá. Os Akan o chamavam de olho de Nyame. Os Yoruba o chamavam de marca de Olorun. Três civilizações, três nomes, um impulso — usar a fonte onde ela pode ser vista.
O Protocolo Condor os une. Linhas Chakana (a cruz andina em degraus) tecem ao lado de marcas de parentesco hieroglíficas e geometria solar da África Ocidental — uma síntese que a marca chama de etnofuturista, porque o passado já estava assim conectado, e o futuro é o que realizamos quando o admitimos. O próprio condor, mensageiro entre o mundo superior e este, segura o peito. Chevrons azuis-celeste sobem a espinha como um voo.
Construído na Filadélfia para a diáspora que carrega Buenos Aires em seus passos e a longa memória de 18 de dezembro de 2022 em seus ossos. Forma ancestral. Movimento futuro.
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- Faixas verticais azul-celeste e brancas em chassi branco
- Chakana sublimada + camada de glifo ancestral — estampa de síntese Andina × Africana × Egípcia
- Brasão do Condor SunBorn, peito direito — dourado e azul-celeste em escudo preto
- Placa de palavra ARGENTINA, parte superior das costas — dourada em preto, com arco universitário
- Gola V preta com detalhes de estrela dourada do Sol de Maio
- Etiqueta da bandeira argentina na nuca
- Acabamento de manga preta de três listras, faixa de punho de estrela dourada
- Poliéster reciclado, que absorve a umidade, UPF50+
- Corte unissex regular, silhueta sob medida
— Condor Protocol // Copa do Mundo 2026 // SB-26.ARG